Gírias e expressões do Norte
Gírias e expressões usadas na região Norte do Brasil — Pará, Amazonas e vizinhos.
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Interjeição reforçada de espanto ou impaciência, junção de "arre" com "égua".
Termo usado para se referir a alguém nascido em Manaus ou na região amazônica.
Grupo de amigos, a turma.
Forma informal de se referir a uma pessoa, usada como "cara" ou, dependendo do tom, para expressar leve implicância.
Forma paraense de chamar qualquer tipo de bala ou doce.
Forma regional de dizer "caboclo", pessoa da região, geralmente ribeirinha.
Nome regional para o pernilongo, muito comum na região amazônica.
Ferida ou machucado na pele, também usado no sentido de sarna.
Forma carinhosa de se referir a uma criança, com origem na palavra tupi para "menino".
Interjeição de espanto muito forte, quase uma marca registrada do jeito de falar paraense.
Forma carinhosa de tratamento entre amigos, comum no Amazonas.
Bastante, muito, grande quantidade — gíria paraense de intensidade.
Variação de "mesmo", usada para reforçar concordância.
Elogio a alguém muito sábio ou experiente, em referência à liderança espiritual indígena de mesmo nome.
Cheiro forte e desagradável, normalmente associado a peixe ou coisas do rio.
Nome dado pelos paraenses a um barco pequeno a motor, muito usado por ribeirinhos.
Interjeição de leve decepção ou lamento, também usada em todo o país.
Muito bom, incrível, elogio forte.