Gírias e expressões do Sudeste
Gírias e expressões usadas na região Sudeste do Brasil — São Paulo, Rio, Minas e Espírito Santo.
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Ajudar ou socorrer alguém numa situação difícil.
Interjeição de desapontamento, desânimo ou discordância.
Andar na calçada.
Jeito abreviado de dizer "anteontem", o dia antes de ontem.
Descer de um veículo ou de um lugar mais alto.
Endireitar a postura, corrigir a coluna.
Festa popular animada, geralmente com muita dança.
Pedido pra alguém sair da frente ou dar espaço.
Cansado, sem energia, "murcho".
Cortar caminho, pegar um atalho.
Algo ou alguém ruim, de baixa qualidade.
Coisa indefinida, ou até situação complicada, conforme o contexto.
Bêbado.
Qualquer festa ou programa animado, mesmo que seja só na casa de um amigo.
Palavra coringa pra qualquer situação ou coisa indefinida.
Feio ou pouco atraente — usado pra pessoas, coisas ou lugares.
Comer algo.
Comer.
Pessoa fofoqueira, que se mete onde não é chamada.
Bêbado.
Problema — vem da sigla policial "Boletim de Ocorrência".
Bobagem, coisa sem importância.
Pessoa distraída, boba, meio desligada.
Preocupado ou irritado com alguma situação.
Bagunça, confusão — também pode ser uma briga.
Algo de qualidade ruim, ou um lugar que oferece um serviço medíocre.
Palavra coringa pra qualquer coisa ou objeto, parecida com "trem".
Cerveja.
Perdido, confuso, sem entender o que está acontecendo.
Algo impressionante, difícil ou complicado.
Costas.
Um pouquinho.
Por causa de quê, por quê.
Sem animação, com pouco público ou clima fraco — o oposto de um evento bombando.
Andar a pé.
Mentira, conversa fiada, lero-lero.
Interjeição de espanto ou surpresa, usada em qualquer situação inesperada.
Ir embora ou sair correndo, muitas vezes pra evitar uma situação.
Ônibus que para em muitos pontos pra pegar passageiros.
Jeito mineiro de dizer "coitado de você", expressando dó ou pena.
Correria do dia a dia, o esforço para conseguir algo.
Tempo, período.
Pessoa que nasceu e foi criada em determinado lugar, com orgulho de pertencimento.
Comer com as mãos, sem usar talheres.
Algo legal, bacana.
Resolver algo, dar um jeito numa situação.
Dar uma volta, sair um pouco.
Tranquilo, sem estresse.
Algo que acontece sempre, com frequência.
Algo deu errado, saiu pela culatra.
O dia inteirinho.
Algo rápido, que vai ser resolvido depressa.
Forma contraída de perguntar "de onde você é".
Contração afetuosa de "doce de leite".
Pronúncia contraída de "é mesmo?", perguntando se algo é sério.
Usada pra comentar que algo deu errado ou que alguém se meteu numa fria.
Situação perigosa, difícil ou confusa — ou, sobre uma pessoa, alguém que está atrapalhando.
Se encolher de frio.
Apaixonado por alguém, com um "crush".
Olha só — usada pra chamar a atenção de alguém.
Combinado, está certo.
Forma informal e afetuosa de chamar o professor.
Vocativo carinhoso usado pra chamar qualquer pessoa, não só filhos.
Ficar esperto, se precaver.
Ficar com raiva de alguém ou de alguma situação.
Fica esperto, fica ligado, fica atento.
Se fazer de bobo pra escapar de uma situação.
Usada como cumprimento ou para confirmar um combinado, geralmente em tom de pergunta.
Pessoa que, informalmente, cuida de carros estacionados na rua em troca de gorjeta.
Resposta afirmativa a um convite ou combinado, confirmando presença.
Entender.
Agonia, aflição ou até nojo.
Pessoa bonita e atraente.
Casa, lar.
Contração de "agorinha mesmo", ou seja, agora mesmo, neste instante.
Jeito curto de dizer "aguenta a mão", pedindo pra esperar um pouco.
Pessoa chata, esnobe ou metida.
Muito legal, incrível.
Forma de topar um convite ou confirmar que algo está certo.
Cara, mano — forma de chamar um amigo.
Pessoa esperta, que sabe se virar — pode ser elogio ou crítica, conforme o contexto.
Pessoa ou coisa cheia de estilo, popularizada pelo funk paulista.
Legal, bacana.
Forma de tratamento informal entre amigos, equivalente a "cara".
Expressão de espanto, versão descolada de "meu Deus do céu".
Passar uma vergonha, cometer um erro vexatório.
Pedir um instante de espera antes de fazer algo.
Tranquilo, sem pressa, numa boa.
Forma de chamar ou se referir a um garoto mais novo, geralmente entre adolescentes.
Forma carinhosa e informal de chamar alguém, contração de "meu irmão".
Fazer algo inesperado ou impulsivo, sem pensar muito.
Algo desanimado, ruim, um fracasso — ou uma expectativa que não se confirma.
Desculpa esfarrapada, enrolação para fugir de algo.
Muito tempo atrás, há bastante tempo.
Garota, moça.
Contração de "maior", usada como intensificador.
Demonstração de carinho ou admiração por algo/alguém.
Algo deu errado, saiu pela culatra.
Esconder algo, não contar, ficar calado sobre um assunto.
Travessura, brincadeira de criança; também usada como crítica a atitude infantil.
Distraído, por fora, sem prestar atenção.
Estar tão bêbado a ponto de perder completamente o controle e passar vergonha.
Estar solteiro e aberto a paquerar.
Negocinho, qualquer coisa pequena.
Contração de "no momento em que".
Contração de "Nossa Senhora", usada pra expressar espanto, indignação ou para enfatizar algo.
Usada pra acalmar alguém, dizendo que não há problema.
Diminutivo de "para danar", no sentido de "muito" ou "bastante".
Padaria.
Algo sem graça, sem noção ou de qualidade ruim.
Palavra coringa para se referir a qualquer objeto, assunto ou situação indefinida.
Usada para anunciar que está indo embora ou propor sair para algum lugar.
Passar despercebido, ou se livrar de uma situação sem ser notado.
Pessoa que atrasa os outros ou fala muito e age pouco.
Luta, disputa — também pode significar trabalhar bastante em algo.
Perder a compostura, geralmente depois de beber demais ou se empolgar.
Briga, confusão, treta — também usada pra uma pessoa inconveniente e de conversa fiada.
Ir embora, cair fora.
Pessoa desonesta, que engana os outros.
Estar morrendo de sono, muito cansado.
Sapato ou tênis.
Estourar, arrebentar — usado tanto para objetos quanto de forma figurada.
Conversa jogada fora, bate-papo tranquilo.
O bairro, a comunidade onde a pessoa mora ou cresceu.
Ir embora, sair de um lugar.
O filho mais novo, o caçula da família.
Pessoa briguenta, que gosta de arrumar confusão.
Um passeio, saída despretensiosa com amigos.
Diz-se de alguém confiável e gente boa.
Muito experiente em determinado assunto.
Ir embora.
Prestar atenção, perceber algo.
Talvez, se der, quem sabe.
Algo impressionante — pode ser muito bom ou muito ruim, dependendo do tom.
Forma de tratamento informal, contração de "senhor", usada ao final de frases.
Tranquilo, sem problema.
Tudo tranquilo, sem problemas.
Perder o controle emocional, ter uma reação exagerada.
Estado de tranquilidade total, sem preocupação ou estresse.
Expressão para confirmar entendimento sobre algo.
Usada quando não se acredita ou não se gosta do comportamento de alguém.
Algo difícil, complicado ou custoso de conseguir.
Ficar muito irritado, com o sangue subindo à cabeça.
Não tem problema, pode ficar tranquilo.
Ter coragem de fazer ou dizer algo.
Forma de chamar alguém, como "mano" ou "brother".
Um pouquinho.
Trabalho, emprego.
Palavra coringa usada para se referir a qualquer coisa, objeto ou situação indefinida.
Algo muito bom, excelente.
Confusão, briga, problema entre pessoas.
Um pouco de dinheiro, quantia pequena.
Encontrar alguém, geralmente por acaso.
Interjeição típica mineira que expressa surpresa, espanto, ou apenas pontua a fala.
Forma reduzida de "velho", usada como vocativo informal entre amigos, equivalente a "cara" ou "mano".
Interjeição de espanto ou apreensão, também comum em outras regiões do país.
Molhar um pedaço de pão ou comida num molho ou caldo.
Novo em folha ou recém-revisado, como se tivesse acabado de sair da fábrica ou da oficina.
Torcer pra que algo dê errado, colocar olho grande em algo.
Brincadeira, bagunça, algo feito de forma descontraída sem seriedade.